Voltar para Notícias
Mercado

Fiat Pulse Drive Manual: Vale a Pena o SUV 1.3 Econômico?

14 de janeiro de 2026
9 min de leitura
Fiat Pulse Drive Manual: Vale a Pena o SUV 1.3 Econômico?

O Fiat Pulse Drive 1.3 manual de 2025 retorna ao mercado como uma aposta estratégica da Fiat para competir no segmento de SUVs de entrada, oferecendo um preço competitivo de R$ 102.990. Equipado com o motor 1.3 Firefly de 107 cv, entrega desempenho razoável e, surpreendentemente, um consumo excelente: 12,6 km/l na cidade e 16,1 km/l na estrada com gasolina. A transmissão manual de cinco marchas, contudo, é um calcanhar de Aquiles, com engates imprecisos e relações longas que favorecem a economia. A dirigibilidade é fácil na cidade, mas a direção leve pode causar instabilidade em velocidades maiores.
No interior, a simplicidade do acabamento, com plásticos rígidos e peças desalinhadas, é um ponto fraco para um carro acima de R$ 100 mil. Contudo, oferece central multimídia de 8,4" com conexão sem fio, ar-condicionado digital e faróis de LED. O espaço interno é apertado, especialmente para as pernas dos passageiros traseiros, e o porta-malas de 370 litros é pequeno. Apesar das economias (como falta de ajuste de altura do volante), o Pulse se destaca pelo baixo custo das revisões. É uma opção para quem busca agilidade urbana, economia e preço acessível, aceitando as concessões em conforto e refinamento.

Fiat Pulse Drive Manual: Vale a Pena o SUV 1.3 Econômico?
Apesar de escassos, os carros manuais ainda existem no Brasil. Ao todo, são cerca de 30 opções de veículos com pedal e embreagem. Mas, quando olhamos para os SUVs, existem apenas cinco: Renault Duster e Kardian, Volkswagen Tera, Citroën Basalt e, por fim, o Fiat Pulse. E é sobre este último que vamos falar. Afinal, o retorno da versão Drive 1.3 manual em 2025 foi uma decisão estratégica da Fiat.
Explico o porquê. O Pulse faz parte de um dos segmentos mais competitivos do mercado: o dos SUVs de entrada. E, no ano passado, a Volkswagen veio com uma forte ofensiva com o lançamento do Tera. Tanto que o SUV fechou o ano vendendo mais que o próprio Pulse e seu outro rival direto, o Kardian. Olhando para o macro, a ideia da Fiat foi reviver a versão manual do Pulse apostando no preço competitivo, que atualmente está em R$ 102.990. O Tera, por exemplo, já custa R$ 108.390 na versão mais básica.
Fiat Pulse Drive 1.3 - Desempenho e consumo
Dito tudo isso, acho válido começar esse teste falando sobre o conhecido motor 1.3 Firefly de 107 cv de potência e 13,7 kgfm de torque, o mesmo presente em outros modelos da fabricante, como o Cronos e o Argo. É um conjunto confiável que, aliado ao câmbio manual de cinco marchas, entrega um desempenho razoável. Afinal, a aceleração de 0 a 100 km/h em 12,3 segundos não te faz exatamente grudar no banco. E nem é essa a proposta.
Fiat promete lançar 5 novos carros no Brasil até 2030; veja quais serão
Mesmo assim, olhando para o segmento, os dados se encaixam na proposta. Sim, deixa o modelo atrás do Renault Kardian, por exemplo, que é equipado com motor 1.0 turbo de 125 cv. Porém, fica na frente do Tera e seus 84 cv com motor 1.0 aspirado. Algo legal é a função "TC+", presente também em outros veículos da marca italiana, que funciona como um auxílio eletrônico.
Quando as rodas motrizes (dianteiras) estão em condições diferentes de aderência, há envio de torque extra para a que está com melhor fixação no solo. Longe de ser uma vetorização de torque, mas ajuda em situações em terrenos um pouco mais acidentados.
Motor 1.3 Firefly do Fiat Pulse se destaca pelo desempenho e um excelente consumo de combustível
Murilo Góes/Autoesporte
O consumo é um ponto positivo. Em nossos testes, com gasolina no tanque e ar-condicionado ligado, o Fiat Pulse fez 12,6 km/l no ciclo urbano e 16,1 km/l no rodoviário. Para se ter uma ideia, o Volkswagen Tera marcou 14,7 km/l na estrada. Portanto, méritos para o Pulse, que, mesmo com um motor maior e, em tese, mais beberrão, conseguiu superar o rival direto.
A chave para a frugalidade está no trabalho mais relaxado do motor. No Tera, por exemplo, o 1.0 trabalha sempre até rotações mais altas para garantir desempenho.
Initial plugin text
Na vida real
Ao volante, devo dizer que durante minha experiência com o Pulse Drive 1.3, percebi como o câmbio é um calcanhar de aquiles do SUV da Fiat. Apesar de ser um carro fácil de dirigir, os engates imprecisos dão a impressão de uma alavanca molenga. A experiência é distante de um Volkswagen manual, por exemplo, referência nesse quesito.
Outra característica da transmissão é que o curso é mais alongado. Longas também são as relações, que, se por um lado, prejudica as acelerações, ajuda no consumo em contrapartida. Na condução, um detalhe perceptível é a direção leve. Apesar de ser uma característica ótima nas manobras, me fez sentir certa instabilidade em velocidades mais elevadas nos trechos de estrada, exigindo mais atenção e parcimônia nos movimentos.
Fiat Pulse recebeu um facelit na linha 2026 com mudanças de design e equipamentos
Murilo Goes/Autoesporte
Em contraponto, algo interessante sobre o Pulse é que esse motor de duas válvulas por cilindro prioriza a entrega de torque em rotações mais baixas, reforçando a vocação urbana com boa performance na cidade, especialmente entre 1.500 rpm e 4.000 rpm.
+ Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte.
No geral, o Pulse é esperto na direção, trazendo até uma certa diversão na hora de sair das enrascadas do trânsito. Fora o conforto proporcionado pelo conjunto de suspensão que, sim, tem uma certa oscilação por ser menos rígida, mas absorve bem os atritos. Agora, se você pega bastante estrada, assim como eu, saiba que o vigor só aparece próximo dos 3.000 rpm. Em um trecho dirigindo na média de 100 km/h, também notei que o isolamento acústico deixa bastante a desejar.
Fiat Pulse Drive traz motor 1.3 aspirado aliado ao câmbio manual de cinco marchas
Murilo Goes/Autoesporte
Em tempo, digo que os freios traseiros são a tambor (em todas as versões!). Ou seja, impede uma frenagem mais rigorosa do carro de 1.140 kg, que precisou de 41,1 metros para parar completamente a uma velocidade de 100 km/h. Para efeito de comparação, a versão topo de linha do Tera, a High, precisou de 37,4 metros para cumprir o mesmo trajeto com seus discos sólidos traseiros e 1.169 kg.
Como é o Fiat Pulse Drive 1.3?
Simplicidade. Sei que é uma palavra rígida, mas foi a primeira que me veio a cabeça quando vi o acabamento. Sim, estamos falando de um carro de entrada, porém ele já passa dos R$ 100 mil. Então, ao menos nesse caso, não é só a presença de plástico rígido que incomoda, mas sim algumas peças desalinhadas e pontos da cabine que poderiam ter diferentes texturas.
Fiat Pulse tem mais espaço para porta-objetos, mas o acabamento deixe a desejar
Murilo Góes/Autoesporte
O Fiat Pulse, vale lembrar, recebeu um facelift na linha 2026. E embora mantenha as rodas de 16 polegadas com calotas, o SUV traz faróis de LED em todas as versões. E vamos lá, nem tudo são espinhos. Por dentro, traz uma central de 8,4" com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, que tem uma boa interface e é muito simples de mexer. Além disso, oferece três portas USB dos tipo C e A, bem como ar-condicionado digital.
A simplicidade da versão de entrada fica por conta do cluster analógico, que traz uma pequena tela TFT no centro. E é nesse ponto que entra uma questão: o projeto do Pulse está ficando datado, já que o modelo está basicamente igual desde seu lançamento em 2021. De série, o SUV ainda traz controlador de velocidade, assistente de partida em rampa e quatro airbags, uma penalidade frente à rivais que oferecem seis bolsas de ar.
Fiat Pulse Drive 1.3 é equipado com rodas de 16 polegadas com calotas; rodas de liga leve são opcionais
Murilo Góes/Autoesporte
No dia a dia, enquanto o espaço para porta-objetos me agradou, comecei a notar mais algumas economias que incomodam. Não há, por exemplo, ajuste de altura no volante, o que atrapalha na ergonomia, e nem luz no porta-luvas ou alças de teto. Ao menos é possível regular a altura do cinto de segurança, ajudando no conforto.
Fiat Pulse Drive 1.3 - Espaço e conforto
Por fim, mas não menos importante: o espaço do Fiat Pulse. O nome "compacto" não vem à toa nessa hora, já que a cabine do SUV é bem enxuta. Com 4,10 metros de comprimento e 2,53 m de entre-eixos, basicamente o mesmo do Argo, a segunda fileira do Fiat é apertada para as pernas. Com meus singelos 1,60 m de altura, fico confortável, mas pessoas com mais de 1,75 m vão ficar (bastante) apertadas.
Fiat Pulse Drive 1.3 tem o mesmo entre-eixos do Fiat Argo
Murilo Góes/Autoesporte
O túnel central mais elevado também atrapalha no caso de uma pessoa ir no assento do meio. E vale dizer que embora a capacidade permita, três pessoas passam sufoco, o que faz dele menos ideal para famílias. Sobre comodidades, não há uma saída de ar para os passageiros traseiros. Entretanto, há uma saída USB do tipo A que ajuda a carregar o celular de quem vai no banco de trás.
Por último, o porta-malas, que é um tópico sensível para a Fiat. A fabricante não divulga a capacidade no padrão VDA, que usa blocos para definir o volume. A metodologia da marca é com litros de água. Nesse caso, são 370 litros, o que mesmo assim é um espaço pequeno. Portanto, colocar bagagens de uma família de três ou mais pessoas pode ser um verdadeiro desafio. Importante dizer que, na comparação com os rivais, Kardian oferece 358 litros e o Tera 350 litros, ambos no VDA.
Fiat não divulga a capacidade do porta-malas do Pulse no padrão VDA
Murilo Goes/Autoesporte
Conclusão
Chegamos aos finalmentes. Nesse processo de reviver o Pulse Drive 1.3, a Fiat trouxe uma boa fórmula de custo-benefício. E isso não só no preço final de compra, já que as cinco primeiras revisões do SUV no valor de R$ 4.134 tornam o carro ainda mais competitivo.
Fato que é, pela ótica do mercado, o Pulse é uma montanha-russa. Tem bom desempenho, médias interessantes de consumo e bom preço, também entrega uma dinâmica aceitável do câmbio, além de pouco espaço e acabamento abaixo da média. Ou seja, resume bem uma versão “pé de boi”, com certas economias que fazem falta ao consumidor. Ele, de fato, faz sentido para quem preza por um desempenho mais ágil e quer pagar menos, mas vai incomodar quem prioriza o conforto.
Pontos positivos: consumo; valor das revisões e desempenho.
Pontos negativos: câmbio impreciso; acabamento e espaço.
Seu bolso
Ficha técnica - Fiat Pulse Drive 1.3
Testes - Fiat Pulse Drive 1.3
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital.
Mais Lidas

Fiat PulseSUV manualTeste automotivoMotor 1.3 FireflyConsumo de combustívelCâmbio manualSUVs de entradaAvaliação de carroCarro econômico

Fonte: Auto Esporte

Ler artigo original

Leia também

Triton BF///MS: Picape Especial com Pacote ExclusivoLancamentos
22 jul 20261 min

Triton BF///MS: Picape Especial com Pacote Exclusivo

Destaque Visual e Exclusividade da Triton BF///MS A Mitsubishi surpreende o mercado brasileiro com o lançamento da Triton BF///MS, uma série especial da sua aclamada picape que promete conquistar os entusiastas de veículos robustos com um toque de exclusividade. Disponível sob encomenda e com um preço de R$ 339.990, esta edição limitada não é apenas um novo produto, mas uma declaração de estilo e desempenho. O grande diferencial reside no contraste visual impactante, apostando na combinação de tons marrons e pretos que conferem à picape uma identidade única e sofisticada, longe do usual no segmento de picapes médias. Pacote Estético Inconfundível O pacote visual exclusivo é o coração da BF///MS. Cada detalhe foi pensado para criar uma harmonia entre a robustez inerente à Triton e um acabamento premium. A paleta de cores, focada no marrom e preto, é aplicada em elementos estratégicos da carroceria, rodas e possivelmente no interior, realçando as linhas agressivas do veículo e garantindo que ele se destaque onde quer que vá. Para o motorista brasileiro que busca um veículo que reflita sua personalidade e não se contente com o convencional, a Triton BF///MS oferece uma estética que comunica aventura e exclusividade em igual medida. Performance Otimizada e Conveniência a Bordo Além do apelo estético, a Triton BF///MS não deixa a desejar em termos de funcionalidade e conforto. A série especial vem equipada com pneus mistos de fábrica, uma escolha estratégica que amplia a versatilidade do veículo. Essa configuração de pneus oferece excelente desempenho tanto no asfalto quanto em terrenos off-road, garantindo segurança e tração em diferentes condições de rodagem – um atributo valioso para quem utiliza a picape para trabalho e lazer, explorando as diversas paisagens do Brasil. Entretenimento de Primeira Linha Para aprimorar a experiência a bordo, a Mitsubishi integrou um sistema de som JBL de fábrica. Conhecida pela qualidade e potência sonora, a JBL garante que motorista e passageiros desfrutem de suas músicas favoritas com fidelidade e imersão, transformando cada viagem em um verdadeiro concerto sobre rodas. Essa atenção aos detalhes, que combina funcionalidade com luxo, posiciona a BF///MS como uma opção completa para quem não abre mão de conforto e entretenimento durante seus percursos. Condições de Aquisição e Valor Agregado A disponibilidade da Mitsubishi Triton BF///MS é exclusiva e ocorre sob encomenda, o que reforça o caráter de edição especial e limitada. Este modelo de comercialização permite que a montadora atenda a uma demanda específica, garantindo que cada unidade seja produzida com atenção aos detalhes e para um cliente que realmente valoriza essa exclusividade. O preço de R$ 339.990 a posiciona no segmento premium das picapes, justificando-se pelo pacote de itens exclusivos e pelo valor de marca. Benefício na Troca do Usado Um atrativo adicional para os potenciais compradores é o bônus na negociação de veículos usados. Essa condição especial pode facilitar a aquisição da nova Triton BF///MS, tornando a transição para este modelo exclusivo mais acessível. Para o motorista brasileiro, que frequentemente considera a troca do seu veículo atual na compra de um novo, esse bônus representa uma vantagem financeira significativa, reduzindo o custo total da aquisição e incentivando a renovação da frota com um veículo que une estilo, performance e tecnologia.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

Move Aplicativos: Seminovos para Motoristas e TaxistasRegulamentacao
22 jul 20264 min

Move Aplicativos: Seminovos para Motoristas e Taxistas

Expansão do Move Aplicativos para Seminovos O programa Move Aplicativos, iniciativa do governo federal originalmente voltada para a aquisição de carros novos por motoristas de aplicativo e taxistas com condições especiais, acaba de ser ampliado. Desde o dia 15 de julho, o benefício agora se estende aos modelos seminovos, oferecendo uma nova gama de oportunidades para esses profissionais. A medida visa facilitar o acesso a veículos, especialmente para aqueles que encontram dificuldades em obter financiamento para carros 0km devido ao valor total. Com a inclusão dos seminovos, o tíquete médio da compra é reduzido, impulsionando as vendas e permitindo que mais motoristas se qualifiquem. Vale ressaltar que o programa já demonstrou sucesso em sua fase inicial, com R$ 1 bilhão dos R$ 30 bilhões totais consumidos por mais de 10 mil motoristas. Regras e Carros Elegíveis Principais Critérios para a Compra Para adquirir um seminovo pelo Move Aplicativos, os interessados devem seguir algumas diretrizes essenciais. O valor limite do veículo permanece em R$ 150 mil, alinhado com as condições para modelos novos. É obrigatório que o ano-modelo do carro seja a partir de 2024 e que a motorização seja exclusivamente elétrica ou híbrida flex. Adicionalmente, a montadora do veículo deve estar habilitada no programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), garantindo alinhamento com as políticas de sustentabilidade. Modelos que Podem Ser Financiados A lista de carros elegíveis abrange diversas opções, tanto híbridos flex quanto elétricos, focando na sustentabilidade e eficiência: Híbridos Flex: Fiat Pulse, Fiat Fastback, Peugeot 208 e Peugeot 2008. Elétricos: BYD Dolphin Mini, BYD Dolphin, Chevrolet Spark EUV, GAC Aion UT, Geely EX2, GWM Ora 03 e Renault Kwid E-Tech. Passo a Passo para o Financiamento 1. Cadastro na Plataforma O processo começa com o cadastro na plataforma gov.br/movebrasil. Motoristas de aplicativo devem ter registro ativo há pelo menos 12 meses e ter realizado no mínimo 100 corridas na mesma plataforma. Taxistas também precisam comprovar registro e atividade. A resposta sobre a elegibilidade é enviada para a caixa postal do gov.br em até cinco dias úteis. 2. Solicitação de Crédito Com a elegibilidade confirmada, o motorista pode solicitar o financiamento. Há duas opções: Via Revenda: Escolher o carro em uma concessionária parceira e solicitar o financiamento através das instituições financeiras habilitadas no programa que operam com a loja. Direto no Banco: Correntistas com bom relacionamento podem solicitar o crédito diretamente com seu gerente ou pelo aplicativo do banco, antes mesmo de escolher o veículo. A análise de crédito é rigorosa e o histórico com a instituição financeira pode ser um fator decisivo. 3. Aprovação e Liberação do Valor Após a aprovação do financiamento pela instituição bancária, o pedido é enviado ao BNDES para validação automática e instantânea. Com a liberação do valor para o banco, o motorista pode finalizar a compra na loja, assinando o contrato e aguardando a retirada do veículo. Bancos como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, Bradesco, Banrisul, Sicoob, Sicredi, Banco GM, Banco Stellantis e Banco Volkswagen operam a linha de crédito.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte

VW E-Bike: Câmera de Ré e DNA GTi na Bicicleta ElétricaTecnologia
21 jul 20261 min

VW E-Bike: Câmera de Ré e DNA GTi na Bicicleta Elétrica

A Revolução da Mobilidade Urbana Pela Volkswagen A Volkswagen, conhecida por sua tradição no setor automotivo, está expandindo seus horizontes para a micromobilidade, apresentando uma bicicleta elétrica que promete redefinir a experiência de deslocamento urbano. Este lançamento não é apenas mais uma e-bike; é um reflexo da visão da montadora para um futuro onde a sustentabilidade e a tecnologia se unem em diversas formas de transporte. Para o motorista brasileiro, acostumado com a qualidade e inovação dos veículos VW, essa bicicleta elétrica representa uma alternativa interessante para enfrentar o trânsito das grandes cidades, reduzir a pegada de carbono e ainda desfrutar da liberdade de se mover com agilidade. É um convite a repensar a mobilidade diária, integrando soluções que complementam o uso do carro, especialmente em trajetos curtos ou para acesso a zonas com restrição veicular. Tecnologia Automotiva Elevada a Duas Rodas O grande diferencial desta bicicleta elétrica da Volkswagen reside na incorporação de tecnologias tipicamente encontradas em carros modernos, um apelo direto ao público familiarizado com as inovações automotivas. Um dos destaques é a câmera de ré, um recurso que eleva significativamente a segurança do ciclista, oferecendo uma visão clara da retaguarda e auxiliando na prevenção de acidentes, especialmente em vias movimentadas ou durante manobras. Essa funcionalidade, comum em SUVs e sedans, agora chega para proteger quem pedala. Além disso, a integração de sistemas eletrônicos avançados e talvez conectividade com smartphones pode oferecer navegação otimizada, monitoramento de desempenho e até mesmo funcionalidades antirroubo. Essa fusão de segurança e inteligência coloca a e-bike VW em um patamar diferenciado no mercado. Segurança e Conectividade no Ciclo Urbano A presença da câmera de ré não é meramente um luxo; é um componente vital para a segurança em um ambiente urbano cada vez mais desafiador. Para o ciclista brasileiro, que muitas vezes divide espaço com veículos maiores, ter uma percepção visual ampliada do que acontece atrás é um divisor de águas. Imagine a tranquilidade de mudar de faixa ou parar em um semáforo sabendo exatamente o trânsito ao redor. Essa preocupação com a segurança, aliada à possível integração com aplicativos que oferecem rastreamento e dados de percurso, posiciona a bicicleta elétrica da Volkswagen como uma opção inteligente para quem busca não apenas um meio de transporte, mas uma solução completa de mobilidade. O DNA Esportivo do Golf GTi em Duas Rodas Além da tecnologia, a bicicleta elétrica da Volkswagen também se destaca pelo seu design, que presta homenagem a um dos ícones esportivos da marca: o Golf GTi. Detalhes estéticos que remetem ao lendário hatch, como cores específicas, acabamentos e talvez até elementos gráficos, conferem à bicicleta um caráter esportivo e exclusivo. Para os entusiastas de carros e, em particular, os fãs do GTi, essa e-bike não é apenas um meio de transporte, mas um item que reflete paixão por design e performance. Essa abordagem de design não só a diferencia visualmente no mercado de bicicletas elétricas, mas também reforça a identidade da marca, criando uma conexão emocional com o consumidor que valoriza a estética e a herança automotiva da Volkswagen. É a performance e o estilo do GTi, agora acessíveis em uma modalidade mais sustentável.

Leia mais

Fonte: Quatro Rodas

Fiat Argo X Chega ao Brasil: Convive com Antigo e...Lancamentos
21 jul 20264 min

Fiat Argo X Chega ao Brasil: Convive com Antigo e...

Fiat Argo X: A Nova Estratégia da Marca e a Convivência de Gerações A Fiat anunciou uma novidade estratégica para o mercado brasileiro: o lançamento do Fiat Argo X, que não substituirá a atual geração do Argo, mas sim conviverá com ela. Ambos os modelos compartilharão a linha de montagem em Betim (MG) e o espaço nas concessionárias a partir do final deste ano. O Argo X, totalmente renovado, é baseado no Grande Panda europeu e marca o início de uma nova família de veículos compactos da Fiat no país. Segundo Herlander Zola, presidente da Stellantis na América do Sul, a geração atual do Argo permanecerá em linha "pelo tempo que o mercado desejar", replicando uma tática já vista com sucesso em outros modelos da marca. Um Olhar Histórico: A Estratégia da Longevidade Essa abordagem de coexistência de gerações não é inédita para a Fiat. Casos notáveis incluem o Uno, cuja primeira geração de 1984 continuou à venda mesmo após o lançamento do modelo renovado em 2010, e o Palio, que, após diversas atualizações desde 1996, manteve-se no mercado mesmo com a chegada do novo modelo em 2011. Essa história de sucesso reforça a confiança da Fiat na permanência do Argo atual como uma opção de entrada, com versões mais acessíveis e pacotes de equipamentos simplificados. O Futuro do Mobi e o Desafio da Canibalização A manutenção da geração atual do Argo, posicionada para ser uma opção de entrada, levanta questionamentos importantes sobre o Fiat Mobi. Se o Argo passará a ocupar o nicho de acesso, onde o Mobi se encaixaria? A possibilidade de "canibalização" – onde um modelo compete e rouba vendas do outro – é real. Contudo, a Fiat ainda não sinalizou a saída de linha do Mobi, indicando que, por enquanto, ele permanece no portfólio. A estratégia da Stellantis será crucial para evitar a concorrência interna excessiva e manter a relevância de ambos os modelos no mercado. O Que Esperar do Novo Fiat Argo X e da Família de Compactos O Fiat Argo X virá com um leque variado de motorizações: 1.0 aspirado nas versões de entrada, 1.3 aspirado nas intermediárias (com opções manual ou CVT) e um 1.0 turbo para os pacotes mais equipados. A versão turbo terá uma potência ajustada para 116 cv (de 130 cv) para se beneficiar de incentivos de IPI, mantendo o torque de 20,4 kgfm. Suas dimensões estimadas são 3,99m de comprimento, 1,76m de largura, 1,57m de altura e 2,54m de entre-eixos. Expansão da Linha Fiat e o Investimento Bilionário A produção do Argo X é parte do investimento de R$ 14 bilhões da Fiat na fábrica de Betim até 2030. Este modelo será a base para uma nova família de compactos, que incluirá as próximas gerações de Strada, Pulse, Fastback e um inédito SUV de sete lugares. A Stellantis planeja um lançamento anual de um carro novo no Brasil até 2030, renovando significativamente seu catálogo. Além disso, R$ 350 bilhões serão investidos no desenvolvimento de novas picapes, incluindo a próxima geração da Toro e, possivelmente, da Titano, consolidando a liderança da Fiat no mercado brasileiro, onde já celebrou 50 anos de história e mais de 18 milhões de veículos produzidos.

Leia mais

Fonte: Auto Esporte