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Ferrari 849 Testarossa Híbrida chega ao Brasil: 1.050 cv

17 de maio de 2026
3 min de leitura
Ferrari 849 Testarossa Híbrida chega ao Brasil: 1.050 cv

Ferrari 849 Testarossa: Superesportivo Híbrido Desembarca no Brasil

A icônica marca italiana Ferrari traz ao Brasil sua mais recente joia tecnológica, a 849 Testarossa. Este superesportivo híbrido plug-in, que combina tradição e inovação, terá apenas 15 unidades disponíveis para os apaixonados por alta performance no país. Embora o preço oficial ainda seja mantido em segredo pela Via Itália, importadora oficial, estimativas apontam para um valor próximo a R$ 5 milhões, considerando o lançamento europeu por 500 mil euros (cerca de R$ 3 milhões na conversão direta) somado a impostos de importação e lucro operacional. A expectativa é que o modelo seja um dos destaques no mercado de luxo brasileiro.

Potência e Performance Inovadoras

Conjunto Motriz Híbrido de 1.050 cv

O coração da Ferrari 849 Testarossa é um conjunto motriz híbrido de tirar o fôlego. Ele é composto por um motor a combustão V8 biturbo central-traseiro de 830 cv, que trabalha em conjunto com três motores elétricos, totalizando impressionantes 1.050 cv de potência combinada. A bateria de 7,45 kWh permite uma autonomia de até 25 quilômetros no modo puramente elétrico, mas sua principal função é otimizar o desempenho geral do sistema. A tração integral e o câmbio automatizado de dupla embreagem com oito marchas, inspirado nos carros de Fórmula 1, garantem uma experiência de condução visceral e eficiente.

Desempenho e Eficiência Surpreendentes

Com essa arquitetura de powertrain, a 849 Testarossa entrega números de performance excepcionais. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em meros 2,3 segundos, e a de 0 a 200 km/h em impressionantes 6,3 segundos. Para frear essa máquina, o sistema conta com freios de carbono-cerâmica de alto desempenho, capazes de parar o carro de 100 km/h em apenas 28,5 metros e de 200 km/h em 108 metros. Apesar da sua potência colossal, o consumo registrado no ciclo WLTP é de respeitáveis 10,7 km/l, um feito notável para um superesportivo de mais de mil cavalos. O tanque de combustível tem capacidade para 68 litros.

Tecnologia e Aerodinâmica de Ponta

Pesando 1.570 kg, a Ferrari 849 Testarossa mede 4,71 metros de comprimento, 1,99 m de largura e 1,22 m de altura. A aerodinâmica ativa é um dos seus diferenciais, gerando até 415 kg de downforce a 250 km/h, complementada por um avançado sistema de refrigeração e freios. Para os que buscam ainda mais exclusividade e desempenho em pista, o pacote Assetto Fiorano oferece redução de peso com componentes mais leves, suspensão exclusiva e pneus de alto desempenho. Os bancos podem ser configurados em fibra de carbono, adicionando um toque extra de esportividade. Em termos de tecnologia embarcada, o modelo conta com um completo pacote ADAS de assistentes de condução e um sistema multimídia HMI de nova geração, compatível com Android Auto e Apple CarPlay, garantindo conectividade e segurança.

Ferrari 849 Testarossa Híbrida chega ao Brasil: 1.050 cv
A Ferrari 849 Testarossa, recentemente lançada pela fabricante, tem 15 unidades disponíveis para venda no Brasil. No site oficial da marca o modelo já aparece como disponível para quem tiver interesse e poder financeiro para comprar o modelo superesportivo. O preço? Ainda é mantido em segredo pela Via Itália e será divulgado apenas quando o carro for lançado oficialmente.
Na Itália, a Ferrari 849 Testarossa foi lançada em 2025 por 500 mil euros. Na conversão do euro para o real, o preço seria de aproximadamente R$ 3 milhões. Porém, por conta do Imposto de Importação, além do lucro da operação no Brasil, por aqui o supersportivo deve custar perto de R$ 5 milhões. O preço oficial não foi revelado.
Teste: Ferrari 849 Testarossa tem 1.050 cv e chega a 200 km/h em 6 segundos
O conjunto motriz da Ferrari 849 Testarossa é híbrido, formado por um motor a combustão central-traseiro V8 biturbo de 830 cv mais três elétricos que, juntos, entregam juntos 1.050 cv de potência combinada. A bateria é de 7,45 kWh e, segundo a Ferrari, permite rodar até 25 quilômetros apenas no modo elétrico. Entretanto, sua função principal é auxiliar o funcionamento total do conjunto.
A tração é integral e o câmbio é automatizado de dupla embreagem com oito marchas baseado na caixa dos carros de Fórmula 1 da marca. O consumo da motorização híbrida é de bons 10,7 km/l, de acordo com o ciclo WLTP, já que estamos falando de um superesportivo com mais de 1.000 cv de potência. O tanque de combustível tem capacidade para 68 litros.
Ferrari 849 Testarossa tem motorização híbrida plug-in de 1.050 cv de potência combinada
Divulgação
Para acelerar de 0 a 100 km/h, a 849 Testarossa leva 2,3 segundos, de acordo com a Ferrari. Já o 0 a 200 km/h acontece em 6,3 s. Os freios de carbono-cerâmica são desenvolvidos para carros de alta potência e, nesse caso, permitem que a 849 Testarossa freie de 100 km/h para zero em apenas 28,5 metros, e de 200 km/h até a imobilidade em 108 metros.
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Além da alta potência, o superesportivo pesa 1.570 kg e mede 4,71 metros de comprimento, 1,99 m de largura, 1,22 m de altura e tem entre-eixos de 2,65 m. Como o foco é o desempenho, o porta-malas oferece humildes 74 litros.
Ferrari 849 Testarossa faz de 0 a 100 km/h em menos de 2,3 s
Divulgação
A aerodinâmica ativa gera até 415 kg de downforce a 250 km/h, com ajuda de um sistema de refrigeração aprimorado e um sistema de freios avançado. Ainda existe o pacote Assetto Fiorano, que reduz o peso total do veículo, adotando componentes mais leves, e adotando novos itens para uma condução mais dinâmica, como suspensão exclusiva e pneus de alto desempenho.
Os bancos também podem ser de fibra de carbono, dependendo da configuração do superesportivo. Com relação a tecnologia embarcada, a Ferrari 849 Testarossa tem pacote ADAS que oferece assistentes de condução, sistema multimídia HMI de nova geração, com espelhamento para smartphones via Android Auto e Apple CarPlay.
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Fonte: Auto Esporte

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O Cenário Alarmente do Seguro Automotivo no Brasil Uma pesquisa inédita da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) revela que a vasta maioria dos veículos brasileiros, cerca de 71% da frota, circula sem qualquer tipo de proteção. Dos 63,3 milhões de automóveis no país, aproximadamente 44 milhões rodam desprotegidos contra roubo, furto, colisão e outros imprevistos. Mesmo com o mercado de seguro automotivo tendo quase dobrado de tamanho na última década, atingindo uma arrecadação de R$ 61,6 bilhões, a cobertura ainda se mantém estável em apenas 29%, indicando que a proteção veicular é percebida como um luxo ou um custo secundário por grande parte da população. O Perfil do Segurado Brasileiro Classe C Lidera a Contratação Contrariando a percepção comum, a classe C, com renda mensal entre R$ 5.648 e R$ 14.120, é a principal consumidora de seguro automóvel no Brasil, representando 41% dos segurados. Este fenômeno, segundo Alexandre Leal da CNseg, reflete tanto o crescimento do poder de compra quanto a mudança na forma como esses consumidores enxergam o seguro, incluindo-o no planejamento de compra do veículo. Na sequência, aparecem as classes B (24%), D (23%), E (7%) e A (5%). Idade e Valor do Veículo O estudo aponta que pessoas em idade economicamente ativa são os principais contratantes: 29% dos segurados têm entre 36 e 45 anos, e 26% entre 46 e 55 anos. Além disso, a proteção veicular não se restringe a carros de luxo. Cerca de 46% dos veículos segurados custam até R$ 70 mil, e outros 27% estão na faixa de R$ 71 mil a R$ 100 mil, evidenciando a popularização do seguro entre proprietários de carros de entrada e intermediários. Distribuição Regional A distribuição de apólices acompanha a concentração da frota nacional. O Sudeste lidera com 53% dos veículos segurados, seguido pelo Sul (16%), Centro-Oeste (15%), Nordeste (12%) e Norte (4%), que possui a menor taxa de carros assegurados. Desafios e Oportunidades de Crescimento Alexandre Leal destaca que o custo da apólice (geralmente entre 4% e 8% do valor do veículo), a renda limitada e a percepção de que o seguro é um gasto secundário são os principais fatores para a baixa penetração. Muitos proprietários desconhecem as modalidades de cobertura ou não veem o seguro como uma ferramenta de proteção patrimonial. Apesar desses desafios, o mercado de seguros automotivos projeta um crescimento de 7,8% para 2026, impulsionado pela recuperação das vendas de veículos e pela renovação da frota. O enorme potencial reside nos 44 milhões de veículos desprotegidos, especialmente entre a classe média, que já demonstra ser um público estratégico.

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Fonte: Auto Esporte